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20 de Janeiro de 2011
«Porque é que os discípulos de João e os dos fariseus guardam jejum e os teus discípulos não jejuam?» Jesus Cristo respondeu: «Poderão os convidados para a boda jejuar enquanto o esposo está com eles? Enquanto têm consigo o esposo, não podem jejuar. Dias virão em que o esposo lhes será tirado; e então, nesses dias, hão-de jejuar.» (Marcos 2,18-22.)
Esta resposta de Jesus Cristo merece alguma reflexão.
Nesta resposta, Jesus Cristo assume-se como Esposo dos discípulos que o seguem, a semente da Sua Igreja. Para coadjuvar a minha reflexão, recorro a outra resposta de Jesus Cristo a quem o interpelava, anunciando-lhe que a Sua mãe, irmãos e irmãs pediam a Sua presença. Jesus Cristo, dirigindo-se para os Seus discípulos, disse-lhe: «Estes são a minha mãe, os meus irmãos e irmãs.»
Jesus Cristo, desde que formou a comunidade dos Seus discípulos, esta passou a ser a Sua Família e nunca mais dirigiu a sua mãe a palavra «mãe», mas sempre «mulher» e quando a sua mãe entrou para a comunidade, ela passou a ser discípula.
Tentemos seguir o pensamento de Jesus Cristo: a comunidade que se foi formando a partir daqueles doze que escolheu, passou a ser a Sua Família. Quem estava à frente desta comunidade? Claro que o Seu líder, Jesus Cristo. Então Jesus Cristo era o Esposo daquela comunidade. Aquela comunidade não era a Sua esposa, aquela comunidade e atualmente a Igreja Cristã não é a Esposa de Jesus Cristo; é sim a Sua Família pela qual Ele se sentia e sente responsável como qualquer chefe de família, pela qual Ele deu a Sua própria vida e pela qual zela e provém todos os dias.♥
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domingo, 13 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Misericórdia para os Misericordiosos
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04 de Novembro de 2006
Neste dia veio-me à mente uma máxima de Jesus Cristo do Sermão da montanha:
Felizes os misericordiosos porque alcançarão misericórdia!
Então, eu pensei «Eis mais uma achega à mensagem cristã que é sempre a mesma, mesmo que com situações diferentes «Faz aos outros o que queres para ti.»
Então são felizes, isto é, estão na Graça de Deus, os misericordiosos. Quem são os misericordiosos? São os que usam de misericórdia, isto é, perdoam e ajudam o próximo, o outro. O que é que lhes acontece? São misericordiosos, alcançam a misericórdia.
Os bons não podem fazer mal aos outros nem a si mesmos, pois quando estão a fazer mal aos outros, fazem-no a si mesmos porque vão ter de se penitenciar por isso; não por escolha e decisão do próprio, mas por escolha e decisão divinas. Os bons, ao praticarem o mal; já não são bons, passam para o outro lado.
Os bons não precisam de se preocupar com o mal; o mal destrói-se a si próprio porque praticando o mal, vai ter as respectivas consequências, mais cedo ou mais tarde e o mal, no seu egoísmo, destrói-se a si mesmo; é a sua condição.
Assim temos: os que praticam o bem, vivem com Deus, o Pai, o Filho, o Espírito Santo e Jesus Cristo e toda a Família Celeste do Bem, da Vida com Afectos Bons, dos Afectos Bons em comunhão; em construção. Os bons, aos praticarem o mal seja a quem for; deixam, são expulsos do bem e passam ou para o Purgatório ou para o outro lado, para o mal, para a destruição. «Só a Mim cabe punir e distribuir.» - disse Deus.
Os maus têm em si a semente do mal, o egoísmo, e assim ao praticarem o mal estão a destruir os outros, mas principalmente destroem-se a si próprios porque quem destrói, é destruído. O egoísmo é destruição.
Diz-se “os outros fazem assim e assado ...” Problema deles; benefício deles. Com o mal dos outros (ou o bem), posso eu bem. Assim é!
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04 de Novembro de 2006
Neste dia veio-me à mente uma máxima de Jesus Cristo do Sermão da montanha:
Felizes os misericordiosos porque alcançarão misericórdia!
Então, eu pensei «Eis mais uma achega à mensagem cristã que é sempre a mesma, mesmo que com situações diferentes «Faz aos outros o que queres para ti.»
Então são felizes, isto é, estão na Graça de Deus, os misericordiosos. Quem são os misericordiosos? São os que usam de misericórdia, isto é, perdoam e ajudam o próximo, o outro. O que é que lhes acontece? São misericordiosos, alcançam a misericórdia.
Os bons não podem fazer mal aos outros nem a si mesmos, pois quando estão a fazer mal aos outros, fazem-no a si mesmos porque vão ter de se penitenciar por isso; não por escolha e decisão do próprio, mas por escolha e decisão divinas. Os bons, ao praticarem o mal; já não são bons, passam para o outro lado.
Os bons não precisam de se preocupar com o mal; o mal destrói-se a si próprio porque praticando o mal, vai ter as respectivas consequências, mais cedo ou mais tarde e o mal, no seu egoísmo, destrói-se a si mesmo; é a sua condição.
Assim temos: os que praticam o bem, vivem com Deus, o Pai, o Filho, o Espírito Santo e Jesus Cristo e toda a Família Celeste do Bem, da Vida com Afectos Bons, dos Afectos Bons em comunhão; em construção. Os bons, aos praticarem o mal seja a quem for; deixam, são expulsos do bem e passam ou para o Purgatório ou para o outro lado, para o mal, para a destruição. «Só a Mim cabe punir e distribuir.» - disse Deus.
Os maus têm em si a semente do mal, o egoísmo, e assim ao praticarem o mal estão a destruir os outros, mas principalmente destroem-se a si próprios porque quem destrói, é destruído. O egoísmo é destruição.
Diz-se “os outros fazem assim e assado ...” Problema deles; benefício deles. Com o mal dos outros (ou o bem), posso eu bem. Assim é!
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sábado, 22 de janeiro de 2011
Riqueza versus miséria
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2010 superou 2009, para mim e 2011 tem expectativas de superar 2010 o que me deixa muito feliz. Tenho praticamente publicado o meu primeiro livro – Século XV – Lagos Henriquina e pós-Henriquina que tenho divulgado em vários portais. Este livro tem preço de venda – 12€ e uma edição de 550 exemplares e é a chiadoeditora@gmail.com que devem contactar. Conto convosco para que esgote num instante. Modéstia aparte, sei que é um trabalho excelente e com bastante nova informação e que vai muito para além da história de Lagos, sendo Lagos apenas o átomo da vida nacional e internacional que perpassa anos quatrocentos até à revolução industrial que estabelece um novo patamar na história universal, no século XIX.
Partindo de LAGOS, é um novo patamar que se escreve na história universal – os Descobrimentos e o início da era do comércio internacional – que vão modificar o mundo, mas foi em LAGOS que tudo começou!
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From Chiado Editora site:
“Dear International Colleagues, Welcome to our Foreign Rights page. Feel free to browse our online catalogues by categories of your interest. You can access additional information for each of our publications by clicking on its title.If you are interested in considering any of our books for translation, please do not hesitate to send us any translation query to the e-mail: foreignrights.chiado@gmail.com Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar . We look forward to working with you.Kind regards,
Your Foreign Right Team”
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13 de Outubro de 2005
Todos os que procuram a riqueza, sem o saber, estão a caminhar para a miséria.
Hoje gostaria de desenvolver esta frase da sabedoria popular; este provérbio. Sempre ouvi dizer que voz do povo é voz de Deus e concordo plenamente.
Cada vez mais os seres humanos, os que o forem, se gastam com o ter, esquecendo-se que nada do que conseguiram é deles e de tal maneira se gastam para o ter que não têm tempo para mais nada: nem para a família, nem para o lazer, nem para os amigos, nem para acções de solidariedade. Mas o tesouro que eles consideram tão definitivo, é tão efémero.
Tanto tempo já passou desde que Platão e os seus discípulos publicaram a Alegoria da Caverna e a grande multidão continua sem a compreender.
Todo o tesouro da Terra só tem validade, se tiver o seu verdadeiro, o seu original, no céu. Como não vale a pena se preocuparem em fazer muitos meninos e meninas na Terra para não acabar a espécie, se não houver meninos e meninas no céu da Terra porque sem estes não há os outros. Por algum tempo podem continuar a existir os invólucros, mas se dentro deles não houver menino ou menina, eles serão tudo menos meninos e meninas.
Como é que se valida o tesouro que conseguirmos na Terra?
Com o tesouro que tivermos no céu. Agora o tesouro do céu tem de ser bem maior do que o tesouro da Terra para também o aguentar. Assim se quisermos algum tesouro na Terra para nosso conforto e da nossa família, temos de batalhar principalmente pelo tesouro do céu.
Também não vale a pena pensarmos que seremos atendidos nos nossos pedidos a Jesus, à Senhora, ... se nós não tivermos um tesouro no céu onde seja possível ir buscar a recompensa pela satisfação desse pedido.
O tesouro do céu é composto pelo bem que fazemos aos outros seres, humanos ou não, amigos ou inimigos, ou por orações a favor de Deus, de alguém da Família de Jesus Cristo, da Senhora, dos anjos e santos... Também a favor de alguém ou de todos nós. Todos precisam que rezemos por eles, incluindo Deus, o Pai, o Filho e o Espírito Santo para que nos possam ajudar, mas “com conta, peso e medida”.
No céu há muitos mundos, incluindo o da Santidade e o da Felicidade que Jesus Cristo nos promete nas Bem-Aventuranças. A escolha é nossa pelas escolhas que vamos fazendo no dia-a-dia.
Concluindo, assim se legitima o tesouro conseguido na Terra, mas sempre, sempre é dádiva de Deus para termos o usufruto e o administrarmos para proveito de todos. Se foi conseguido com o egoísmo, não terá a bênção de Deus e, mais cedo ou mais tarde, ruirá e será a miséria. Não tinha alicerces. Assim
Todos os que procuram a riqueza (pelo egoísmo), sem o saber, estão a caminhar para a miséria. ❐
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Partindo de LAGOS, é um novo patamar que se escreve na história universal – os Descobrimentos e o início da era do comércio internacional – que vão modificar o mundo, mas foi em LAGOS que tudo começou!
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13 de Outubro de 2005
Todos os que procuram a riqueza, sem o saber, estão a caminhar para a miséria.
Hoje gostaria de desenvolver esta frase da sabedoria popular; este provérbio. Sempre ouvi dizer que voz do povo é voz de Deus e concordo plenamente.
Cada vez mais os seres humanos, os que o forem, se gastam com o ter, esquecendo-se que nada do que conseguiram é deles e de tal maneira se gastam para o ter que não têm tempo para mais nada: nem para a família, nem para o lazer, nem para os amigos, nem para acções de solidariedade. Mas o tesouro que eles consideram tão definitivo, é tão efémero.
Tanto tempo já passou desde que Platão e os seus discípulos publicaram a Alegoria da Caverna e a grande multidão continua sem a compreender.
Todo o tesouro da Terra só tem validade, se tiver o seu verdadeiro, o seu original, no céu. Como não vale a pena se preocuparem em fazer muitos meninos e meninas na Terra para não acabar a espécie, se não houver meninos e meninas no céu da Terra porque sem estes não há os outros. Por algum tempo podem continuar a existir os invólucros, mas se dentro deles não houver menino ou menina, eles serão tudo menos meninos e meninas.
Como é que se valida o tesouro que conseguirmos na Terra?
Com o tesouro que tivermos no céu. Agora o tesouro do céu tem de ser bem maior do que o tesouro da Terra para também o aguentar. Assim se quisermos algum tesouro na Terra para nosso conforto e da nossa família, temos de batalhar principalmente pelo tesouro do céu.
Também não vale a pena pensarmos que seremos atendidos nos nossos pedidos a Jesus, à Senhora, ... se nós não tivermos um tesouro no céu onde seja possível ir buscar a recompensa pela satisfação desse pedido.
O tesouro do céu é composto pelo bem que fazemos aos outros seres, humanos ou não, amigos ou inimigos, ou por orações a favor de Deus, de alguém da Família de Jesus Cristo, da Senhora, dos anjos e santos... Também a favor de alguém ou de todos nós. Todos precisam que rezemos por eles, incluindo Deus, o Pai, o Filho e o Espírito Santo para que nos possam ajudar, mas “com conta, peso e medida”.
No céu há muitos mundos, incluindo o da Santidade e o da Felicidade que Jesus Cristo nos promete nas Bem-Aventuranças. A escolha é nossa pelas escolhas que vamos fazendo no dia-a-dia.
Concluindo, assim se legitima o tesouro conseguido na Terra, mas sempre, sempre é dádiva de Deus para termos o usufruto e o administrarmos para proveito de todos. Se foi conseguido com o egoísmo, não terá a bênção de Deus e, mais cedo ou mais tarde, ruirá e será a miséria. Não tinha alicerces. Assim
Todos os que procuram a riqueza (pelo egoísmo), sem o saber, estão a caminhar para a miséria. ❐
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domingo, 16 de janeiro de 2011
A Viagem de Maria
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25 de Dezembro de 2010
Sobre A Viagem de Maria
Pensando sobre o Natal de Jesus Cristo, tenho andado a pensar naquela viagem de três dias de Nazaré a Belém que José e Maria fizeram para o recenseamento. Narra o Evangelho de S. Lucas que "Maria estava no nono mês da sua gravidez". Logo me ocorre a diferença de calendários: S. Lucas e o nascimento de Jesus Cristo ocorreram num tempo e num lugar de calendário lunar. Quando estes textos foram traduzidos para português já era tempo e lugar do calendário solar; será que os tradutores tiveram isto em atenção? Duvido. Em segundo lugar, ocorre-me que José gostava muito de Maria; por isso a pediu em casamento. Ora se Maria estivesse prestes a dar à luz, por muita vontade que José tivesse de recenseá-la, nunca a levaria numa viagem de três dias pelo sofrimento que isso implica para ela e também pela atrapalhação que José passaria e falta de meios para lhe dar assistência no parto. Era o primeiro filho para ambos, mas José sabia que não se gostaria de ver em tal situação durante a viagem. Ele não permitiria que Maria se metesse ao caminho, apesar de querer muito que ela se recenseasse com ele. Não, Maria não poderia estar com o tempo de gestação acabado; senão ela não faria esta viagem.
Acredito que Maria estaria aí pelo seu sétimo mês de gestação pelo nosso calendário, talvez próximo do oitavo. Ambos imaginaram que Maria faria a viagem sem problemas e depois esperariam o nascimento do bebé em casa de familiares de José que dariam a assistência devida na altura do parto. Maria levou o enxoval do bebé consigo e lá partiram os dois com Maria montada na burrinha. Só que o tempo que José pensou levar em viagem certamente duplicou ou triplicou porque o andamento da burrinha no seu caminhar provocava mal-estar e dores a Maria no seu estado de gravidez bastante avançada e a marcha abrandava e Maria descia da burrinha para se distender um pouco no chão e aliviar as dores. José deu consigo muitas vezes arrependido de a ter trazido; mas que fazer? Voltar para trás seria pouco mais ou menos o mesmo percurso que avançar e lá iam avançando e Maria sustendo as dores quanto podia e pedindo a José para pararem quando não aguentava mais e José cobria-se de suores. Todos passavam e eles cada vez ficavam mais para trás.
Foram dos últimos a chegar a Belém; por isso não encontraram lugar em nenhuma hospedaria. (...)♥
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Sobre A Viagem de Maria
Pensando sobre o Natal de Jesus Cristo, tenho andado a pensar naquela viagem de três dias de Nazaré a Belém que José e Maria fizeram para o recenseamento. Narra o Evangelho de S. Lucas que "Maria estava no nono mês da sua gravidez". Logo me ocorre a diferença de calendários: S. Lucas e o nascimento de Jesus Cristo ocorreram num tempo e num lugar de calendário lunar. Quando estes textos foram traduzidos para português já era tempo e lugar do calendário solar; será que os tradutores tiveram isto em atenção? Duvido. Em segundo lugar, ocorre-me que José gostava muito de Maria; por isso a pediu em casamento. Ora se Maria estivesse prestes a dar à luz, por muita vontade que José tivesse de recenseá-la, nunca a levaria numa viagem de três dias pelo sofrimento que isso implica para ela e também pela atrapalhação que José passaria e falta de meios para lhe dar assistência no parto. Era o primeiro filho para ambos, mas José sabia que não se gostaria de ver em tal situação durante a viagem. Ele não permitiria que Maria se metesse ao caminho, apesar de querer muito que ela se recenseasse com ele. Não, Maria não poderia estar com o tempo de gestação acabado; senão ela não faria esta viagem.
Acredito que Maria estaria aí pelo seu sétimo mês de gestação pelo nosso calendário, talvez próximo do oitavo. Ambos imaginaram que Maria faria a viagem sem problemas e depois esperariam o nascimento do bebé em casa de familiares de José que dariam a assistência devida na altura do parto. Maria levou o enxoval do bebé consigo e lá partiram os dois com Maria montada na burrinha. Só que o tempo que José pensou levar em viagem certamente duplicou ou triplicou porque o andamento da burrinha no seu caminhar provocava mal-estar e dores a Maria no seu estado de gravidez bastante avançada e a marcha abrandava e Maria descia da burrinha para se distender um pouco no chão e aliviar as dores. José deu consigo muitas vezes arrependido de a ter trazido; mas que fazer? Voltar para trás seria pouco mais ou menos o mesmo percurso que avançar e lá iam avançando e Maria sustendo as dores quanto podia e pedindo a José para pararem quando não aguentava mais e José cobria-se de suores. Todos passavam e eles cada vez ficavam mais para trás.
Foram dos últimos a chegar a Belém; por isso não encontraram lugar em nenhuma hospedaria. (...)♥
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terça-feira, 4 de janeiro de 2011
"Construir" de M. Quoist
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in Construir de M. Quoist
“A maior parte das vezes o homem não sabe amar, julga amar e não faz senão amar-se a si próprio.
Ao longo do caminho que conduz ao amor muitos param, seduzidos pelas miragens do amor:
Se te comoves até às lágrimas perante um sofrimento,
se sentes o teu coração bater com força diante desta ou daquela pessoa; não é amor, mas sim sensibilidade.
Se te deixaste prender pela sua força calma ou pelo seu encanto,
se seduzida te entregas; não é amor, é submissão.
Se transtornado, te extasias diante da sua beleza e a contemplas para dela gozares,
se achas que o seu espírito é notável e procuras o prazer da sua conversa; não é amor, é admiração.
Se com todas as tuas forças queres obter um olhar, uma carícia, um beijo,
se estás disposto a tudo para a apertares nos braços e possuir o seu corpo; não é amor, é um desejo violento nascido da tua sensualidade.
Amar não é ser impressionado por outro, ter afeição sensível por alguém, entregar-se a alguém, admirar alguém, querer possuir alguém.
Amar é essencialmente dar-se a outro e aos outros. Amar não é «sentir».
Se para amar, esperas ser impelido pela sensibilidade, poucas pessoas amarás, na Terra … e ainda menos os teus inimigos.
Amar não é um passo instintivo; é a decisão consciente da tua vontade de ires ao encontro dos outros e de te dares a eles.”
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in Construir de M. Quoist
“A maior parte das vezes o homem não sabe amar, julga amar e não faz senão amar-se a si próprio.
Ao longo do caminho que conduz ao amor muitos param, seduzidos pelas miragens do amor:
Se te comoves até às lágrimas perante um sofrimento,
se sentes o teu coração bater com força diante desta ou daquela pessoa; não é amor, mas sim sensibilidade.
Se te deixaste prender pela sua força calma ou pelo seu encanto,
se seduzida te entregas; não é amor, é submissão.
Se transtornado, te extasias diante da sua beleza e a contemplas para dela gozares,
se achas que o seu espírito é notável e procuras o prazer da sua conversa; não é amor, é admiração.
Se com todas as tuas forças queres obter um olhar, uma carícia, um beijo,
se estás disposto a tudo para a apertares nos braços e possuir o seu corpo; não é amor, é um desejo violento nascido da tua sensualidade.
Amar não é ser impressionado por outro, ter afeição sensível por alguém, entregar-se a alguém, admirar alguém, querer possuir alguém.
Amar é essencialmente dar-se a outro e aos outros. Amar não é «sentir».
Se para amar, esperas ser impelido pela sensibilidade, poucas pessoas amarás, na Terra … e ainda menos os teus inimigos.
Amar não é um passo instintivo; é a decisão consciente da tua vontade de ires ao encontro dos outros e de te dares a eles.”
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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Senhor Jesus Cristo
2010 superou 2009, para mim e 2011 tem expectativas de superar 2010 o que me deixa muito feliz. Tenho praticamente publicado o meu primeiro livro – Século XV – Lagos Henriquina e pós-Henriquina que tenho divulgado em vários portais. Este livro tem preço de venda – 12€ e uma edição de 550 exemplares e é a chiadoeditora@gmail.com que devem contactar. Conto convosco para que esgote num instante. Modéstia aparte sei que é um trabalho excelente e com bastante nova informação que vai muito para além da história de Lagos, sendo Lagos apenas o átomo da vida nacional e internacional que perpassa anos quatrocentos até à revolução industrial que estabelece um novo patamar na história universal, no século XIX.
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25 de Dezembro de 2006
Senhor Jesus Cristo,
Neste Natal elevo para ti o meu pensamento.
Sabes que sou Tua discípula: sou cristã, católica, ecuménica porque Tu nos ensinaste a ser assim.
Não me lembro de Te ter escrito uma carta a pedir-Te prendas quando era novinha, mas parece-me que nessa altura não se pediam prendas; aceitava-se aquelas que caíam no nosso sapatinho que ficava por baixo da chaminé na noite de Natal.
Felizmente na minha infância não havia o Pai Natal, mas sim o Menino Jesus que no Seu aniversário nos dava prendas. Lembro-me que alguma colega mais atrevida dizia à professora:
- Não é o Menino Jesus que nos dá prendas. É o nosso pai (a nossa mãe).
E a professora respondia:
- Mas é o Menino Jesus que dá saúde, paz, trabalho ao teu pai para ele te poder comprar as prendas.
E todas concordávamos. Nessa altura não havia turmas mistas, mas turmas de meninas numa escola e turmas de meninos noutra escola e as professoras eram principalmente professoras de meninas.
Muito me tens dado, Senhor Jesus Cristo, no dia de Natal e em todos os outros dias. Eu sou muito feliz porque sempre fui tua discípula e com o Teu auxílio e apoio quero continuar a sê-lo.
Quando ouço os outros Te considerarem profeta como eles têm, cada religião, o seu profeta, fico muito triste por eles; mas respeito a sua escolha. Nós também temos profetas; mais do que um que vão surgindo em épocas diferentes para actualizar a Igreja e ela ir permanecendo porque Tu estás com ela. Temos S. João Baptista, S. Paulo entre os primeiros. Mas Tu nunca foste um profeta; Tu sempre foste o Filho de Deus e o Filho do Homem; sempre o afirmaste assim como “Eu sou da Verdade e quem é da Verdade aceita o que EU digo”. Eu aceito!
Feliz aniversário, Senhor Jesus Cristo!
E Bom Natal!
mailto:www.eu.maria.figueiras@gmail.com
Partindo de LAGOS é um novo patamar que se escreve na história universal – os Descobrimentos e o início da era do comércio internacional – que vão modificar o mundo, mas foi em LAGOS que tudo começou!
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25 de Dezembro de 2006
Senhor Jesus Cristo,
Neste Natal elevo para ti o meu pensamento.
Sabes que sou Tua discípula: sou cristã, católica, ecuménica porque Tu nos ensinaste a ser assim.
Não me lembro de Te ter escrito uma carta a pedir-Te prendas quando era novinha, mas parece-me que nessa altura não se pediam prendas; aceitava-se aquelas que caíam no nosso sapatinho que ficava por baixo da chaminé na noite de Natal.
Felizmente na minha infância não havia o Pai Natal, mas sim o Menino Jesus que no Seu aniversário nos dava prendas. Lembro-me que alguma colega mais atrevida dizia à professora:
- Não é o Menino Jesus que nos dá prendas. É o nosso pai (a nossa mãe).
E a professora respondia:
- Mas é o Menino Jesus que dá saúde, paz, trabalho ao teu pai para ele te poder comprar as prendas.
E todas concordávamos. Nessa altura não havia turmas mistas, mas turmas de meninas numa escola e turmas de meninos noutra escola e as professoras eram principalmente professoras de meninas.
Muito me tens dado, Senhor Jesus Cristo, no dia de Natal e em todos os outros dias. Eu sou muito feliz porque sempre fui tua discípula e com o Teu auxílio e apoio quero continuar a sê-lo.
Quando ouço os outros Te considerarem profeta como eles têm, cada religião, o seu profeta, fico muito triste por eles; mas respeito a sua escolha. Nós também temos profetas; mais do que um que vão surgindo em épocas diferentes para actualizar a Igreja e ela ir permanecendo porque Tu estás com ela. Temos S. João Baptista, S. Paulo entre os primeiros. Mas Tu nunca foste um profeta; Tu sempre foste o Filho de Deus e o Filho do Homem; sempre o afirmaste assim como “Eu sou da Verdade e quem é da Verdade aceita o que EU digo”. Eu aceito!
Feliz aniversário, Senhor Jesus Cristo!
E Bom Natal!
mailto:www.eu.maria.figueiras@gmail.com
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
As Prendas para o Menino Jesus
Feliz Natal e ótima passagem de ano com muita saúde, alegria, amizade e solidariedade; que o novo ano vos traga a realização dos vossos desejos.

30 de Dezembro de 2009
Sobre As Prendas para o Menino Jesus
Jesus Cristo nasceu no ano do recenseamento romano na Palestina. Aproximava-se a data do recenseamento em Belém e era exigido a todos os cidadãos que se recenseassem no concelho onde tinham nascido. José pertencia à linha de David e tinha nascido em Belém. Maria estava prestes a dar à luz, mas o José não podia deixar de comparecer para se recensear em Belém e à sua família para bem de todos e havia datas a cumprir.
Quando chegaram a Belém, esta cidade-vila estava cheia de gente que, como o José, tinha nascido no concelho, mas morava longe. Todas as hospedarias estavam cheias e José não conseguiu lugar em nenhuma delas nem/ou por causa do bebé estar prestes a nascer.
Já nos limites de Belém e perante mais um “não”, José desesperou. Vendo o seu desespero, o dono da hospedaria cedeu-lhes a ramada. Não seria o lugar ideal para um bebé nascer, mas era melhor do que acontecer na rua sem nenhum resguardo. José agradeceu e lá se encaminhou com Maria e o seu burro, em cima do qual Maria fez o percurso de Nazaré a Belém.
José aconchegou umas palhas e Maria deitou-se tapada com as mantas que tinham trazido, enquanto o José saiu a buscar água e algum alimento para os dois. Quando regressou, tal não foi o seu espanto quando viu Maria com um menino ao colo embrulhado na sua roupinha trazida por Maria. Ele não queria acreditar, mas era verdade: Maria já tinha o seu bebé ali, à vista. Correu à hospedaria a pedir uma parteira que a examinasse para saber se estava tudo bem com ela e com o menino. Era noite, seria difícil! - disseram-lhe na hospedaria – Mas, pela manhã, ficasse descansado que teria uma mulher experiente para vê-la. Tinha a sua palavra. – disse-lhe o estalajadeiro.
Finalmente José dirigiu-se com calma para a ramada. A noite não estava fria, mas húmida e lá se deitou ao lado de Maria e do Menino para ficarem mais quentinhos.
Entretanto, uma luz brilhava no céu e não era uma estrela. Era completamente diferente delas. Vários astrólogos a viram e pensaram: É este o sinal pelo qual estávamos esperando. O Rei dos reis já nasceu. Onde terá acontecido? Quem será ele?
Os astrólogos daqueles tempos eram pessoas muito importantes e muito desejadas. Os reis só tomavam decisões, após ouvi-los. Na verdade, eram eles que governavam porque os reis só faziam o que os magos (assim se chamavam naquela época) lhes diziam e aconselhavam. Mesmo que desejassem muito fazer o contrário, não se atreveriam porque não queriam as consequências que o mago tinha avisado que aconteceriam, se o rei teimasse em fazer o que queria. Os magos viviam muito bem, eram muito respeitados e eram os cientistas da época.
Mais uma vez, os magos sabiam o que mais ninguém sabia: o Rei dos reis tinha nascido e só eles o sabiam. Aquela luz o testemunhava e aquela luz era Cristo. Mas Cristo não avisou apenas os magos. Aquela luz apareceu perto dos pastores com um anjo. Eram pastores que, de madrugada, tinham saído com os seus rebanhos para passarem o dia na serra. Disse-lhes o anjo:
- Esta noite, na cidade de David, nasceu-vos o Salvador que é o Messias, o Senhor. Isto vos servirá de sinal: encontrareis um menino envolto em panos e deitado numa manjedoura.
De repente, os pastores que já estavam cheios de medo com a presença daquela luz e do anjo, ouviram uma multidão de vozes, sem verem ninguém, cantando:
- Glória a Deus nas alturas e paz na Terra a todos os de boa-vontade. (S. Lucas 2, 8-15)
Os pastores ficaram extasiados com aquela manifestação divina (teofania) e após, decidiram ir a Belém ver o que tinha acontecido e que o Senhor lhes dera a conhecer.
Entretanto, já era manhã cedo, Maria e José esperavam a parteira e decidiram pôr o Menino na manjedoura perto da vaca que estava na ramada e do seu burro e fizeram a sua higiene.
O estalajadeiro saudou-os e trouxe um jarro com o qual ordenhou a vaca e ofereceu o leite para o Menino beber e os pais também. Também lhes ofereceu pão e chouriço. A parteira entrou e ficou com Maria, enquanto José saiu com o estalajadeiro que se sentia uma pessoa muito feliz.
Chegaram os pastores e contaram ao estalajadeiro e a José o que lhes tinha acontecido. O estalajadeiro e José ficaram estupefactos. Sai a parteira e diz a José: - A sua mulher está bem e o Menino também. Ela é uma santa. Cuide bem dela!
Quanto lhe devo? - pergunta-lhe José e ela diz: - Nada! Nada! E sai, benzendo-se muitas vezes. José entra na ramada, preocupado. O que se passa, Maria?
Está tudo bem! - diz-lhe ela.
Podemos entrar? Queremos ver o Menino. É o Messias! - dizem os pastores. Entrem! Entrem! - disse-lhes José. Eles ajoelharam-se em frente do Menino e as ovelhinhas circundaram-nos balindo, contentes. Os pastores ofereceram os queijos que tinham, pão e leite.
Chegaram mulheres com fruta e uma sopa quente para eles e para verem o Menino e assim foi toda a manhã.
Depois chegaram familiares de José que acorreram para conhecer o Menino, não sabendo que lá estava José. Reconheceram-se e ficaram muito contentes. Levaram José, Maria e o Menino para sua casa. José agradeceu, comovido.
Manhã cedo da noite em que nasceu, já Jesus Cristo estava a receber prendas; bem simples, é verdade; mas prendas com o coração.♥
ramada = abrigo feito nos campos para recolha de gado.
ordenhar = espremer as tetas de um animal-fêmea para lhe extrair o leite.❐
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